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sábado, 9 de outubro de 2010

Vergonha pra "mui leal e valerosa"


Hoje, pela primeira vez, eu tive vergonha de ser portoalegrense. Muita vergonha.
Nesta sexta-feira (08/10), estreou em Porto Alegre a Cow Parade - um evento de arte mundial em que "esculturas de vacas em fibra de vidro são decoradas por artistas locais e distribuídas pelas cidades, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições de beneficentes", segundo o site do próprio evento.

As vaquinhas já visitaram mais de 50 cidades no mundo todo, incluindo Londres, Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Porto Alegre, uma situação inédita: sumiu uma vaca. Isso mesmo, uma exposição que já esteve no "violentíssimo" Rio de Janeiro, foi ter uma das obras de arte surrupiadas aqui, na leal e valerosa Porto dos Casais.

Quando li a notícia pelo Twitter, fiquei chocada, achei que era alguma brincadeira. Mas não: a vaca instalada na praça na Cel. Genuíno com a José do Patrocínio sumiu.

Estou torcendo para que tenha sido obra de algum gaiato, que amanhã a pobre vaquinha aparecerá novamente, lépida e faceira. Enquanto isso não acontece, morro de vergonha.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ai lóvu tu


Faz um tempinho já que não posto, mas tem textos sendo gestados, logo eles nascem por aqui.
Enquanto isso, posto um trecho de Pra você guardei o amor, do último CD do Nando Reis & os Infernais, Drês, show que assisti no Opinião na última semana. Assisti é jeito de falar, né, porque toda a minha altura me permitiu ouvir o Nando Reis, jamais vê-lo. Enfim. Valeu.

Esse trecho da música é uma homenagem à minha filha, Valentina.

Vale, esse titio escreveu exatamente o que a mamãe sente por ti. Um amor enorme, que estava guardadinho para quando tu chegasse. E tu chegou e esse amor transbordou. Bom, deixa o tio Nando Reis falar que ele é melhor nisso que a mamãe, tá?! Te amo. (ao que Vale geralmente responde "Ai lóvu tu"!)

PRA VOCE GUARDEI O AMOR QUE NUNCA SOUBE DAR O AMOR QUE TIVE E VI SEM ME DEIXAR
SENTIR SEM CONSEGUIR PROVAR
SEM ENTREGAR E REPARTIR
PRA VOCE GUARDEI O AMOR QUE SEMPRE QUIS MOSTRAR O AMOR QUE VIVE EM MIM VEM VISITAR
SORRIR VEM COLORIR SOLAR
VEM ESQUENTAR E PERMITIR

QUEM ACOLHER O QUE ELE TEM E TRAZ QUEM ENTENDER O QUE ELE DIZ NO GIZ DO GESTO
O JEITO PRONTO DO PISCAR DOS CÍLIOS
QUE O CONVITE DO SILENCIO EXIBE...

Para ver/ouvir a música toda, clica aqui!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Esmaltes: um luxo baratinho!

Há alguns meses, eu descobri que fazer a minha própria unha poderia ser beeem divertido. O esmalte geralmente dura pouco na minha unha. Com tantas cores e possibilidades surgindo no mercado de esmaltes a cada dia, fazendo em casa eu fico sem nenhum piiiingo de culpa por trocar a cor da unha a cada três dias. Fazendo na manicure, dava a impressão de dinheiro posto fora.

Semana passada, uma estreia: comprei esmalte pela internet! Meu coraçãozinho bateu mais forte desde o lançamento da coleção Pop4you, da Risqué, e eu ainda não tinha encontrado os vidrinhos por esse Porto dos Casais. Então, arrisquei. E adorei!!!! Olha que fofo o jeito que eles vieram:





CLA-RO que eu fui testar na hora as cores novas:



Da esquerda para a direita, Cigarrete, Pop, Tubinho e Twiggy da Pop4you + Inocense da Impala + Absinto da Colorama (que não aparece na foto porque estava no dedo indicador da outra mão, que a bocaberta aqui esqueceu de fotografar)


Estou pronta para o verão - pelo menos, nas unhas! Olha só:



Uma das maiores vantagens dessa onda de esmaltes coloridos é que eles custam baratinho. Assim, dá pra se divertir com as cores e brilhos sem fazer um rombo no orçamento.

Meninas, se joguem!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Passeios seguros


Começa hoje (1º) a fiscalização do uso de cadeiras e assentos de segurança nos carros para crianças até sete anos e meio de idade. Os dispositivos passaram a ser obrigatórios a partir de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito de junho de 2008. Ou seja, desde aquele momento, os pais sabia que precisariam providenciar os bebês-conforto, cadeirinhas e/ou assentos. Mas, claro, muita gente deixou para última hora e, agora, os itens estão em falta em lojas físicas e virtuais.

Ainda que não fosse obrigatória, a cadeirinha é item básico de segurança. Carregar uma criança no colo em passeio de carro, mesmo andando devagar, coloca-a em risco de se machucar até com uma freada, coisa corriqueira nesses tempos de trânsito enlouquecido.

Eu já andei com a Valentina sem cadeirinha. Primeiro, logo que ela nasceu. Eu não tinha comprado ainda, ela nasceu prematura e eu estava sem grana. Por ser prematura, não saíamos nunca, loo no início. Então, deu tempo de providenciar o bebê-conforto (brigada, Dai!). Depois, na hora de trocar pela cadeirinha, também deu uma apertada, mas se comprou a dita-cuja. Valentina anda bem na boa, olhando para o movimento da rua e pedindo "múgica". Não ter usado os dispositivos de segunraça não é uma coisa de que eu me orgulhe, foi realmente necessário e procurei evitar ao máximo. Agora, ela tem uma cadeirinha em cada carro que costuma andar.

Dia desses, eu chegava na escolinha para buscá-la quando vi um pai pegando um táxi com uma criança de uns três anos. Fiquei pensando: e os táxis?! Pois é, eles não serão obrigados a ter a cadeirinha, pelo menos por enquanto. E isso é PÉSSIMO. De táxi, a criança está tão ou mais exposta quanto no carro da família. Não seria adequado que eles tivesses, pelo menos, a cadeirinha no porta-malas ou naquelas casinhas que existem nos principais pontos? Ou, pelo menos, nos tele-táxis, podermos optar por carros com cadeirinhas... Que tal? Fica a dica para se pensar a respeito.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Filhote agressivo: como lidar?

Desde que a lei que proíbe a palmada, vários pais e mãestêm se questionado sobre como lidam com o assunto. Eu também me questionei muito e passei a ficar mais atenta às razões que me fizeram apelar para a "palmadinha educativa" nas poucas vezes em que me pareceu necessário. Percebi que, na maioria das vezes, eu não estava tendo a paciência necessária para dar limites sem chegar à palmada. E procurei corrigir isso.

Valentina andava numa ótima fase, muito obediente e tranquila. Claro que não deixou de subir na mesa de centro de casa, mas bastava chamar a atenção que ela descia. De uns dias pra cá, observei que ela estava meio agressiva como gato. PAUSA Tenho um gato em casa, mistura de persa com angorá, muito tranquilo. Quando a Valentina nasceu, por ser prematura, o gato foi passar um período na casa do meu irmão. Como ela ficou 100%, quando ela tinha três meses, o gato voltou pra casa. Ele e a Vale sempre se adoraram, apesar de, às vezes, ela pesar a mão nos carinhos. Nesses casos, ele só fugia. Conviviam sem problemas. DESPAUSA

De repente, ela começou a chutar o gato. Sim, ela chega bem pertinho dele e tasca um chute no pobre do bichinho. Eu não entendi nada! Tenho conversado bastante com ela, mas acho que não está adiantando. Valentina só olha pra mim e sorri. E me reclama que ele bateu nela. É, o gato andou dando um tapinha nela que, pelo visto, o provocou.

Hoje, chegando na escolinha, coloquei ela dentro da sala enquanto conversava com a professora. Valentina deu um empurrão numa coleguinha que se aproximava dela. Repreendi e a professora me explicou que ela tem estado bem agressiva ultimamente. Claro que já fiquei tri chateada, tri culpada, pensando o que eu estou fazendo errado. E eu não sei o que é.

Coincidentemente (se é que coincidência existe), abro o meu twitter (me segue lá!) e tem o link para uma matéria do site bebe.com.br, da Abril, com a chamada Como lidar com a agressividade infantil. E o texto já começa com um "Os pais devem se sentir responsáveis pelo filho, mas não podem achar que serão capazes de moldá-los completamente.". Ou seja, pais, sem culpa! Mas quem consegue?! Eu não estou conseguindo...

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