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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Adeus ao alicate


Eu amo esmaltes. Descobri essa variedade incrível de cores e possibilidades que o mercado está despejando no colo das mulheres de uns tempos pra cá e me viciei, tipo assim como viciei no Twitter! E é de lá que vêm muitas das informações que eu recebo sobre novidades, tendências, avaliações, etc.


Existem diversos sites e blogs sobre o assunto na web, é só procurar. O meu blog referência é o Unha Bonita, da Daniele Honorato. Dá vontade de ficar amiga dela de tão fofa que ela é. E a guria é DOIDA por esmaltes, realmente doida - são mais de mil vidrinhos. Ela posta lançamentos, experimenta cores, dá dicas, superbacana mesmo.


Então, lá no UB eu sempre lia ela comentar sobre o fato de não tirar as cutículas com alicate. E ficava meio curiosa. Pô, a peça chave de qualquer manicure é o alicate, não?! Pois é, talvez não. Segundo a Dani, existem um monte de vantagens em não tirar a cutícula, sendo uma delas a diminuição no tempo que leva para fazer as unhas. Eu sempre gostei de tirar a cutícula, cavocar com o alicate, acabava deixando os dedos machucados e feios. Além disso, as cutículas em ordem são fundamentais para um bom acabamento da pintura. Bom, claro que me interessei.


Li o post dela sobre o tema (clica aqui e lê também!) e segui o passo a passo no fim de semana. Hoje é quarta e eu consegui ainda não mexer nas minhas cutículas. Sabe que elas nem estão tão imensas e esquisitas como eu achei que ficariam?! Vou continuar firme no propósito de não tirar as cutículas. Se até o fim do verão eu resistir e concordar que fica bom, adoto de vez a técnica e adeus ao alicate

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Parando o tempo

Terça-feira, 7h, eu acordo sem esperar o despertador tocar. Naquela preguicinha do início do dia, fico uns minutinhos rolando na cama. De repente, escuto baixinho "mamãe?!". É a senha para levantar e visitar o quarto ao lado. Valentina já está acordada, sentada na cama, fazendo perguntas. Sim, ela tem só dois anos, mas já é uma matraca. Fiquei ali com ela um pouquinho, conversando, até ela pedir o tradicional chazinho da manhã, que eu já tinha deixado pronto, na minha mesa de cabeceira.

Lá fomos nós duas para a minha cama. Deitei de novo, dei o chazinho e fiquei ali,curtindo o cafuné mais delicioso, que só aquelas mãozinhas miúdas, gordinhas e macias conseguem fazer. Que delícia. Curtimos a presença uma da outra. Cantamos, conversamos.
Claro que, depois, precisei dar uma certa corrida pra não me atrasar, mas tudo bem: valeu cada segundo.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Amamentação: eu sou a favor

Rolou um papo via twitter hoje sobre amamentação - ou a falta de. Uma estudante de medicina, mãe, estaria dando complemento para o seu bebê por considerar o próprio leite fraco. Galera, não existe leite fraco!!! O leite da mãe é na medida da necessidade do filho e a produção de adapta ao consumo.

Fico CHOCADA quando sei de notícias como essa. Aliás, sempre que vejo qualquer mãe com dificuldade para amamentar, me dá vontade de passar uma semana com ela, todos os dias, para dar um jeito de ela conseguir.

Minha mãe diz que eu sou exagerada, que nem todo mundo amamentou com a facilidade que eu. De fato, eu tive muito leite. Não, eu tive MUUUUITO leite. Horrores. Se Valentina começava a mamar e largava o peito pra olhar pro lado, ficava jorrando. Tinha vezes que eu até me irritava porque sujava todas as minhas blusas e aquelas conchas só pioravam, porque pressionavam exatamente onde mais fazia sair leite. Devido ao excesso de leite, tive três mastites, de precisar tomar antiinflamatório e antibiótico, e uma vez, aos dois meses da Vale, tive fissura no bico do seio. E isso dói.

Apesar dos perrengues - e das restrições que isso significa -, amamentei até a Valentina ter um ano e meio. E não me arrependo. Apesar de ter nascido prematura, ela é uma criança forte, saudável, que come de tudo. E continua tomando leite como uma terneirinha. E era delicioso amamentá-la.

Mas eu desconfio que, exceto nos casos de doenças, deformidades e afins (conforme pode-se ler neste ótimo post), a principal causa das mães não amamentarem está nas suas cabeças. Seja pelos mitos que escutaram, pela falta de apoio do pai e de toda a família, pelos atropelos do início. Sim, nas primeiras vezes, seu útero volta para o tamanho usual com mais força durante a amamentação e dá uma coliquinha, mas eu garanto que passa rápido. Sim, nas primeiras sugadas do seu filho, vai dar uma doída, mas é pouco e também passa. Sim, dá muuuuita sede. E muuuita fome. Não, nem sempre você está com paciência de ficar 30, 40 min paradíssima sentada para que seu filho conclua a refeição. Mas isso é tão pouco perto da delícia de amamentar e do bem que faz para o bebê que qualquer mãe precisa experimentar! Mas experimentar mesmo, com vontade, com alegria, com fé, com cuidado.

E se ainda assim não rolar, paciência. Você não vai ser menos mãe por não ter conseguido. Talvez seja por não ter tentado.

sábado, 9 de outubro de 2010

Vergonha pra "mui leal e valerosa"


Hoje, pela primeira vez, eu tive vergonha de ser portoalegrense. Muita vergonha.
Nesta sexta-feira (08/10), estreou em Porto Alegre a Cow Parade - um evento de arte mundial em que "esculturas de vacas em fibra de vidro são decoradas por artistas locais e distribuídas pelas cidades, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições de beneficentes", segundo o site do próprio evento.

As vaquinhas já visitaram mais de 50 cidades no mundo todo, incluindo Londres, Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Porto Alegre, uma situação inédita: sumiu uma vaca. Isso mesmo, uma exposição que já esteve no "violentíssimo" Rio de Janeiro, foi ter uma das obras de arte surrupiadas aqui, na leal e valerosa Porto dos Casais.

Quando li a notícia pelo Twitter, fiquei chocada, achei que era alguma brincadeira. Mas não: a vaca instalada na praça na Cel. Genuíno com a José do Patrocínio sumiu.

Estou torcendo para que tenha sido obra de algum gaiato, que amanhã a pobre vaquinha aparecerá novamente, lépida e faceira. Enquanto isso não acontece, morro de vergonha.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ai lóvu tu


Faz um tempinho já que não posto, mas tem textos sendo gestados, logo eles nascem por aqui.
Enquanto isso, posto um trecho de Pra você guardei o amor, do último CD do Nando Reis & os Infernais, Drês, show que assisti no Opinião na última semana. Assisti é jeito de falar, né, porque toda a minha altura me permitiu ouvir o Nando Reis, jamais vê-lo. Enfim. Valeu.

Esse trecho da música é uma homenagem à minha filha, Valentina.

Vale, esse titio escreveu exatamente o que a mamãe sente por ti. Um amor enorme, que estava guardadinho para quando tu chegasse. E tu chegou e esse amor transbordou. Bom, deixa o tio Nando Reis falar que ele é melhor nisso que a mamãe, tá?! Te amo. (ao que Vale geralmente responde "Ai lóvu tu"!)

PRA VOCE GUARDEI O AMOR QUE NUNCA SOUBE DAR O AMOR QUE TIVE E VI SEM ME DEIXAR
SENTIR SEM CONSEGUIR PROVAR
SEM ENTREGAR E REPARTIR
PRA VOCE GUARDEI O AMOR QUE SEMPRE QUIS MOSTRAR O AMOR QUE VIVE EM MIM VEM VISITAR
SORRIR VEM COLORIR SOLAR
VEM ESQUENTAR E PERMITIR

QUEM ACOLHER O QUE ELE TEM E TRAZ QUEM ENTENDER O QUE ELE DIZ NO GIZ DO GESTO
O JEITO PRONTO DO PISCAR DOS CÍLIOS
QUE O CONVITE DO SILENCIO EXIBE...

Para ver/ouvir a música toda, clica aqui!

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